Arquivo para abril \29\UTC 2011

Apresentadora Xuxa faz visita ao programa Valores de Minas

Xuxa conheceu as atividades do Programa Valores de Minas / Renato Cobucci -Secom MG

A presidente doServiço Voluntário de Assistência Social (Servas), Andrea Neves da Cunha, recebeu, nesta sexta-feira (29), a apresentadora de televisão Xuxa, que preside há 22 anos a Fundação Xuxa Meneghel, voltada para projetos sociais e campanhas nacionais em defesa dos direitos da infância.

Após visita ao Memorial Minas Gerais – Vale, parceria entre o Governo do Estado e a Vale que integra o Circuito Cultural Praça da Liberdade, Xuxa foi recebida pela presidente do Servas noPlug Minas – Centro de Formação e Experimentação Digital, no bairro Horto, em Belo Horizonte, onde funcionou uma unidade da Febem, para conhecer de perto os projetos sociais de Minas Gerais e trocar experiência sobre futuros projetos, parcerias e campanhas relacionadas aos direitos das crianças e adolescentes.

Xuva conheceu as atividades do programa Valores de Minas, o primeiro núcleo a integrar o Plug Minas, inaugurado em junho de 2009. “É um espaço muito bem utilizado, e os jovens têm muita garra. Tem um mês só que estão ensaiando e a apresentação foi linda. Esta visita serve de exemplo, eu vim conhecer, vim aprender, imaginar coisas para a minha fundação. É incrível poder dar isso para os jovens, essa oportunidade, esse carinho que é tão evidente aqui”, disse a apresentadora após ser recebida pelos jovens, com apresentação de música, dança e dos tambores do Valores de Minas.

A presidente do Servas, Andrea Neves da Cunha, destacou a importância da visita de Xuxa ao Programa Valores de Minas. “A presença dela aqui, entre nossos jovens, é uma gesto de afeto e delicadeza. Ela é uma pessoa presente no imaginário de milhares de pessoas, e veio aqui admirar e fortalecer o esforço de cada uma. Sua presença alimenta ainda mais os sonhos de cada um dos nossos jovens”, disse.

Fonte: Agência Minas 

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28º Congresso Mineiro de Municípios

Uma boa gestão pública deve, antes de tudo, ser transparente. Para isso, é necessário que tanto a sociedade como os gestores públicos estejam preparados e dispostos a participar de uma nova forma de governo e de administração do que é público.

Os governos municipais precisam dialogar com a população. Os servidores públicos precisam falar a mesma língua; a população deve ter acesso às informações; as falas e as escutas precisam ser princípios instituídos diariamente nas administrações: o que é público é de todos.

O 28º Congresso Mineiro de Municípios vai discutir e debater temas ligados à comunicação, demonstrando através das palestras, oficinas e debates como as ferramentas de comunicação são fundamentais para uma gestão eficiente e moderna.

Vários aspectos da comunicação serão tratados no evento, entre eles: endomarketing, assessoria de imprensa, ferramentas gratuitas de comunicação, marketing político, novas tecnologias de informação, transparência e governança, relacionamento entre administração pública e imprensa local, contratação de publicidade e muito mais.

Uma excelente oportunidade para ampliar conhecimentos e estabelecer a relação de diálogo com diversos públicos.

Expominas  3 a 5 de Maio, confira a programação no site da AMM.

Fonte: Associação Mineira de Municípios – AMM

ONU Mulheres Brasil e Cone Sul abre edital anual para financiamento de projetos da sociedade civil

A ONU Mulheres – Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e Empoderamento das Mulheres abre nesta terça-feira (19/4) edital anual para financiamento de projetos da sociedade civil. A seleção se encerra no dia 8 de maio de 2011 e prevê o financiamento de US$ 415 mil (cerca de RS 680 mil) para iniciativas que sejam executadas na Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai.

O edital está estruturado em três áreas temáticas: expansão da liderança e participação das mulheres, promovendo a igualdade de gênero nas diferentes esferas da sociedade; eliminação da violência contra as mulheres; e fomento ao empoderamento econômico das mulheres.

Podem apresentar propostas organizações da sociedade civil com experiência mínima comprovada de um ano na execução de projetos  similares. Os projetos financiados deverão ser executados no período de 1º de julho de 2011 a 30 de junho de 2012.

Para o Brasil estão destinados US$ 133 mil (cerca de R$ 220 mil) para a capacitação de organizações da sociedade civil,especialmente de mulheres e população LGBT em situação de vulnerabilidade social, para participar na formulação e avaliação de políticas públicas na área de segurança pública. Os recursos também estão direcionados para apoiar as atividades preparatórias da 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres e aumentar a capacidade de liderança das mulheres em cargos eletivos e em esferas de tomada de decisão.

Na Argentina, o edital canaliza US$ 87 mil para o fortalecimento de rádios comunitárias; atividades de base de mulheres rurais, povos originários e migrantes para incidência nas políticas públicas; e produção de conhecimento sobre cadeias de cuidado, uso do tempo e temas econômicos de mulheres rurais, povos originários,afrodescendentes, migrantes e em outras áreas de vulnerabilidade. Para o Chile, a seleção prevê US$ 55 mil para a seleção de projetos que aumentem a capacidade de liderança das mulheres e a participação delas em cargos eletivos e de tomada de decisão; e a geração de renda de mulheres rurais, com enfoque especial em mulheres indígenas.

No Paraguai, serão financiados US$ 62 mil em projetos que reinstalem a discussão sobre cotas para mulheres na política; fortaleçam as capacidades institucionais da Secretaria de Gênero do Poder Judiciário; e fortaleçam a capacidade de elaboração de orçamentos
sensíveis ao gênero da Secretaria da Mulher da Presidência da República. Para o Uruguai estão alocados US$ 78 mil para financiar
iniciativas que estimulem a participação política das mulheres e fomento dos direitos das mulheres de minorias com discriminações
múltiplas; e apóiem iniciativas relacionadas a gênero e mudanças climáticas.

Fonte: Direitos  Humanos 

PSDB Mulher entrega medalha Ruth Cardoso

No dia 27 de maio, o PSDB promove, em Brasília, o Encontro Nacional das Mulheres do partido. Na ocasião, as mulheres tucanas pretendem entregar a medalha Ruth Cardoso a diversas pessoas físicas e jurídicas que tenham se destacado em suas comunidades na execução de ações ou programas com vistas à promoção dos direitos das mulheres, combatendo a discriminação e a desigualdade de gênero, propiciando oportunidades para desenvolver as capacidades das mulheres e melhorar seu nível de conhecimento, permitindo-lhes realizar seus projetos tanto no campo pessoal quanto profissional.

Também poderão ser agraciadas aquelas pessoas que se notabilizaram no combate às desigualdades e na inclusão social, na divulgação do conhecimento, na capacitação profissional e no trabalho voluntário, promovendo a melhora do nível de vida de populações carentes. As indicações serão feitas pelas secretarias da entidade em todo o País. O encontro será promovido no Centro de Convenções Brasil XXI.

Leia artigo do deputado Marcus Pestana no jornal “O Tempo”: O que faz um deputado federal?

O que faz um deputado federal?

MARCUS PESTANA
Deputado federal (PSDB-MG)

Nas eleições de 2010, um conhecido humorista foi o deputado federal mais votado. Em suas participações no horário eleitoral, Tiririca perguntava: “O que faz um deputado federal? Na realidade, eu não sei. Vota em mim, que depois eu conto. Pior que está não fica”.

Há uma grave fratura separando representantes e representados. Pesquisas revelam que 70% da população não se lembra do nome do vereador ou deputado em que votou dois anos depois das eleições. Isso não é um privilégio brasileiro. Em todo o mundo, a democracia representativa dá tropeços. A sociedade contemporânea é caracterizada por uma enorme fragmentação de interesses e os partidos políticos têm dificuldade de vocalizar as demandas dos múltiplos segmentos. Aquele partido de tipo leninista, inspirado por uma visão totalizante, que tinha opiniões amplas e sólidas sobre tudo, morreu. Inúmeros são os interesses que se manifestam à margem do sistema representativo através de movimentos da sociedade civil ou da manifestação direta e individual no vasto, anárquico e democrático mundo da internet. No Brasil, as regras do sistema político agravam essa característica universal.

Nestes três meses no Congresso Nacional, tenho sido testemunha dessa interdição do diálogo. Primeiro, é um mito que os políticos não trabalham. Trabalham e muito. Segundo, que só existem vagabundos e desonestos. Não é verdade. Tenho conhecido muitos deputados honrados, dedicados e movidos pelo interesse público. Cada um no seu estilo, focado em seu setor e lutando por suas ideias.

O que faz, afinal, um deputado? Decisões graves e importantes são tomadas pela Câmara. Infelizmente, sem o acompanhamento da sociedade. Votamos o salário mínimo; o governo não quis um valor maior. A oposição obstruiu a MP que criava a Autoridade Pública Olímpica e conseguiu diminuir 300 cargos de livre nomeação com altos salários. Votamos o modelo de financiamento do trem-bala Rio/São Paulo e a oposição perdeu; com isso há previsão de um subsídio potencial, com o dinheiro do contribuinte, de até R$ 28 bilhões. Resistimos, mas perdemos na MP que alterava o Acordo Bilateral Brasil/Paraguai sobre Itaipu; com isso, o Brasil transferirá R$ 6 bilhões adicionais, até 2023, para nosso vizinho, o que daria para atacar muitos problemas brasileiros. Por último, o governo, através do líder Cândido Vacarezza, tentou derrotar uma ideia de Aécio que o relator da MP que levou a nova fábrica da Fiat de Betim para Pernambuco acatou e transformou em emenda. Eu, Paulo Abi-Ackel e vários da bancada mineira defendemos e asseguramos que o Jequitinhonha e o Norte gozem, por algum tempo, das mesmas condições para atrair investimentos da indústria automotiva. Ganhamos de 333 votos contra 41.

Como se vê, o deputado federal faz e decide muita coisa. É a vida de todos que está sempre em jogo. Sem controle social, algumas “tenebrosas transações” se tornariam possíveis.

“Feliz Páscoa”

Não importa o dia ou o mês do ano que você se encontre, importa sim, que no seu coração a Páscoa sempre se faça presente, e que você possa renovar sempre o seu amor com aqueles que necessitam de uma palavra de conforto nas horas difíceis, que você torne-se um farol de luz a iluminar as trevas e caminhe com seu irmão ao encontro de Jesus!                                                             

                                                    Feliz Páscoa!                                                      

  PSDB Mulher MG

DORA KRAMER – Mulheres na política

Uma das perguntas que mais se fazem a uma mulher que tem a política como instrumento de trabalho é a razão pela qual o público feminino não está representado no Congresso, nas Assembleias Legislativas e nas direções partidárias na proporção adequada à força quantitativa de seu voto.

Escolher um motivo e a partir dele tentar desvendar essa questão é impossível, dada a gama de causas objetivas e subjetivas envolvidas. Mas uma coisa é certa: a desproporção indica que há correções de rumo a serem feitas, e urgentemente, sob pena de a democracia brasileira perpetuar uma deformação que põe em xeque a própria legitimidade da representação.

O público feminino hoje no Brasil representa 52% do eleitorado. No entanto, as deputadas são 9% da Câmara, as senadoras 15% e as deputadas estaduais em média têm presença de 12% nas Assembleias Legislativas.

Nesse ritmo, pesquisa do demógrafo José Eustáquio Diniz garimpada pela senadora do PT do Paraná, Gleisi Hoffmann, indica que as mulheres brasileiras levariam 207 anos para alcançar, nos Legislativos, condição de igualdade já obtida em vários setores.

Gleisi é a favor do sistema de cotas para mulheres nos partidos, mas não como vem sendo aplicado, na forma de reserva de vagas para registro de candidaturas. Na opinião dela, o modelo ideal é o que consta na proposta de reforma política a ser examinada pelo Senado: cotas nas cadeiras a serem ocupadas, 50% para homens, 50% para mulheres.

Quanto às razões da baixa participação e representação das mulheres na política, a senadora aposta num conjunto de fatores: resistência dos homens em dividir o poder, um acentuado grau de misoginia (aversão às mulheres) dos políticos quando se trata de compartilhar a profissão, discriminação histórica, imposição de obstáculos que impedem as mulheres de adquirir prática e com isso melhorar o desempenho.

“As regras não são iguais, por isso as cotas me parecem o caminho mais adequado”, diz, baseada na experiência do PT, onde a presença feminina na base era ampla, mas ínfima no diretório nacional. O cenário mudou e hoje os 30% de vagas reservadas às mulheres estão ocupados.

Além de adequação da representação à proporção do eleitorado, Gleisi Hoffmann aponta um dado essencial para que se abra o caminho da paridade: “Questões essenciais para mais da metade da população estão sendo decididas pela parte minoritária”.

Precedentes. Todo mundo se lembra do deputado “motosserra” Hildebrando Pascoal. Menos gente, mas certamente muitos se lembram do deputado Talvane Albuquerque.

Ambos foram cassados em 1999 por crimes ocorridos antes de assumirem seus mandatos. Hildebrando, por homicídios cometidos quando era coronel da Polícia Militar do Acre, e o alagoano Talvane, pela acusação de ser mandante do assassinato da deputada Ceci Cunha em dezembro de 1998, depois da eleição e antes da posse, para assumir como suplente o mandato dela.

O entendimento do Conselho de Ética da Câmara de que não se pode cassar parlamentares por atos anteriores ao mandato em curso foi obra do atual ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Em 2007, quando era deputado, usou o argumento e instituiu a “doutrina” para salvar mensaleiros descobertos em 2005 e reeleitos em 2006.

Hoje a “jurisprudência” é usada pela defesa da deputada Jaqueline Roriz, filmada recebendo R$ 50 mil do operador de um esquema de corrupção montado no governo de Brasília, quatro anos antes de obter mandato federal.

O senador Aloysio Nunes Ferreira lembra-se bem, pois era deputado quando do julgamento dos casos de Hildebrando Pascoal e Talvane Albuquerque, atuando em um deles como relator e no outro como integrante da Comissão de Constituição e Justiça.

“O decoro é atemporal e se a Câmara concluir que um de seus integrantes é indigno de compor o colegiado por ações presentes ou passadas tem o dever de excluí-lo”, diz Aloísio.

Para isso, contudo, é preciso que o Poder Legislativo considere que ainda tenha alguma reputação a zelar.


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