Arquivo para julho \29\UTC 2011

Conferência em BH busca o fortalecimento das mulheres nos espaços de poder e decisão

O Conselho Estadual da Mulher de Minas Gerais (CEM) realiza na próxima segunda-feira (1º), a conferência temática “Mulheres nos Espaços de Poder e Decisão”. O evento será realizado das 13h30 às 17h30, no auditório da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) – Avenida Brasil, 1.731 – Bairro Funcionários, e tem por objetivo contribuir para a realização da III Conferência Estadual de Políticas para Mulheres, que acontece no período de 17 a 19 de outubro, em Belo Horizonte.

“A conferência temática busca também ampliar o debate sobre a Reforma Política e fortalecer a participação das mulheres no âmbito político-partidário”, afirmou a presidente do CEM e subsecretária de Direitos Humanos da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), professora Carmen Rocha. O evento vai reunir lideranças femininas dos diferentes partidos políticos de Minas Gerais, com vistas à elaboração de um relatório/proposta que será encaminhado à Comissão Organizadora da III Conferência Estadual de Políticas para Mulheres.

A abertura da conferência será feita pela professora Carmen Rocha e pela presidente da comissão organizadora da III Conferência, advogada Eliana Piola, que preside também a Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para Mulheres (Cepam) em Minas Gerais e é vice-presidente do PSDB Mulher Nacional.

Posteriormente, a deputada estadual Luzia Ferreira aborda o tema “Reforma Política: que interessa às mulheres?”. Já a deputada federal Jô Moraes fala sobre “Espaços e Poder: onde e como estão as mulheres”. Ao final do evento será elaborado o relatório.

Mais informações sobre a conferência temática podem ser obtidas no CEM, na Rua Pernambuco, 1000, salas 21 e 22, no Bairro Funcionários, em Belo Horizonte, ou pelos telefones (31) 3261-0696 e 3261-3236.

Fonte:Sedese

Governador em exercício Alberto Pinto Coelho assina convênio para construção de escola em Gonzaga

Alberto Pinto Coelho cumprimentou a prefeita Efigênia Maria (PSDB)

O governador em exercício Alberto Pinto Coelho esteve nesta quarta-feira (27) em Gonzaga, no Leste do Estado, onde assinou convênio para o repasse de R$ 904 mil destinados à construção do prédio da Escola Municipal Professora Esmeralda, que atende a 500 alunos. Atualmente a escola funciona de forma improvisada no prédio do Centro Social da cidade.

Durante a assinatura do convênio, o governador em exercício ressaltou que o repasse dos recursos confirma o compromisso do Governo de Minas com a melhoria da qualidade de vida da população.

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Alfenas foi o primeiro município do ano a discutir políticas para mulher

O município de Alfenas, no Sul de Minas, foi o primeiro município a realizar a Conferência Municipal dos Direitos da Mulher. Cerca de 200 pessoas foram envolvidas em discussões como igualdade no mundo do trabalho, educação inclusiva, saúde, enfrentamento à violência contra a mulher, entre outras. O encontro é pré-requisito para que as cidades mineiras participem da III Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres, que será promovida, pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), em parceria com o Conselho Estadual da Mulher, entre os dias 17 e 19 de outubro, em Belo Horizonte.

A expectativa é da participação de mais de mil pessoas nos três dias de evento. As conferencias municipais ou regionais para discutir os direitos da mulher devem ser promovidas até 31 de agosto, de acordo com as demandas de cada localidade.

As propostas de políticas que contemplem a construção da igualdade de gênero, o fortalecimento da autonomia econômica, social e cultural, a erradicação da extrema pobreza e a garantia da plena cidadania serão os principais temas a nortearem a conferência estadual.

“É uma oportunidade para provocar propostas a fim de elaborar o Plano Estadual de Políticas para Mulher e revisar o plano nacional”, destacou a coordenadora Especial de Políticas para Mulheres, Eliana Piola.

As delegadas que vão representar Minas Gerais na conferência nacional, prevista para dezembro, em Brasília, serão eleitas durante o encontro estadual.

Os relatórios referentes às conferências dos municípios devem ser encaminhados à Sedese até o dia 5 de setembro (Rodovia Prefeito Américo Gianetti, s/nº – Serra Verde – 14º andar – Edifício Minas, Cidade Administrativa, Belo Horizonte – MG – CEP 31.630-901).  A resolução completa da Conferência Estadual de Políticas para Mulheres está disponível no portal www.social.mg.gov.br.

Conferência Temática

Participação de Mulheres nos Espaços de Poder e Decisão

Data: 01 de Agosto de 2011—Segunda-feira

Local: Auditório da CPRM — Companhia de Pesquisa de  Recursos Minerais

Endereço: Av. Brasil 1.731 — Bairro Funcionários — BH /MG

Horário: 13h30 às 17h30

Programação

 I. Abertura

1. Presidente do Conselho Estadual da Mulher

– Professora Carmen Rocha

2. Presidente da Comissão Organizadora da III Conferência

Estadual de Políticas para as Mulheres

– Eliana Piola

II. Reforma Política: O que interessa às mulheres?

– Deputada Estadual Luzia Ferreira

III. Espaços de Poder: Onde e como estão as mulheres?

– Deputada Federal Jô Moraes

IV. Debate e elaboração de Relatório/Propostas

Fonte: Sedese 

Vereadora Regina do PSDB visita o Secretário de Estado de Defesa Social

Vereadora Regina e o Secretário de Estado de Defesa Social Lafayette de Andrada

A vereadora Regina Célia Valadão Moysés (PSDB) esteve em Belo Horizonte na semana passada em visita ao Secretário de Estado de Defesa Social Lafayette de Andrada.

Lafayette disse ter um carinho especial com a cidade de Três Corações e que está com seu gabinete de portas abertas ao povo tricordiano.

Ele confirmou a sua presença em nosso município na inauguração do novo presídio que está em fase de acabamento ao lado da penitenciária regional. Com a inauguração do novo presídio, nossa cidade terá mais segurança em razão da transferência dos presos da atual cadeia localizada no bairro Santa Tereza.

Regina disse que a solução deste problema era uma antiga reivindicação dos moradores do bairro e que agora terão mais  tranqüilidade.

Fonte: Câmara Municipal de Três Corações 

Dona de sua própria história

Com seriedade e discrição, Regina Lacerda concilia carreira com a função de primeira-dama de Belo Horizonte / Foto:Carolina Cotta

Ela navegava tranquila. Em seu horizonte, a merecida aposentadoria, a expectativa pelos netos, papéis em branco à espera de versos. Ao lado do marido velejador, desbravava mares revoltos e tempestades. Mas quis o mar mudar o rumo do barco. Os ventos sopraram a favor: márcio lacerda foi eleito prefeito de belo horizonte e regina lacerda tornou-se, à sua maneira, primeira-dama, disposta a acompanhá-lo no comando da cidade com a mesma coragem das aventuras marítimas. A mulher empreendedora que, ao lado dele, fundou duas empresas de sucesso; a mulher família que reuniu os irmãos separados pela vida e aninha os filhos bem perto de si tornou-se a mulher pública que tem na agenda uma série de eventos. Dona de seu próprio leme, vai aos compromissos que tem vontade, não deixando de, mesmo ausente, estar do lado com o marido, com quem está casada há 37 anos.

Simples e atenciosa no trato, sofisticada e segura nas ideias, Regina tira os sapatos e cruza os pés sobre o sofá enquanto conta histórias da infância sofrida. Órfã de mãe aos 7 anos e de pai aos 9, foi separada também dos irmãos mais novos quando o avô paterno julgou essencial que a menina da casa ficasse sob seus olhos. Incapacitado por um acidente vascular cerebral, que anos antes o colocara em uma cadeira de rodas, Baltazar a apresentou aos clássicos, despertando em Regina a paixão pela literatura e a futura compulsão por livros. “Meu avô me mandava à Biblioteca Pública com o título do livro que eu deveria trazer. Tinha 0 primeiro grau incompleto e hoje me espanta pensar o que li para ele. Eu tinha 9, 10 anos, e em voz alta percorria obras como Os irmãos Karamazov, Recordação da casa dos mortos, muito Eça de Queirós e Machado de Assis, meu preferido. Não entendia nada! Dos livros de Dostoiévski, mal conseguia ler o nome dos personagens. Penso que, em sua impotência frente à paralisia, deve ter imaginado o que poderia fazer para me ajudar, porque dizia: ‘As palavras entram. Quando você precisar, elas estarão aí’.”

O avô exigia as leituras e a pedagoga e tia, Marieta, dedicação total aos estudos. Foi a mesma tia Marieta quem Márcio Lacerda precisou “agradar” quando se apaixonou por Regina, em 1973. Era uma noite de sábado. Uma amiga havia brigado com o namorado e sabendo onde ele estaria naquela noite, arrastou Regina para o lugar. As duas sentaram-se em uma mesa de quatro lugares no Largo do Baeta, restaurante perto do Cine Pathé, na Savassi. “Fui com má vontade. De repente, vi um moço loiro, alto, com um casaco de veludo cotelê marrom. Ele também olhou para mim e veio tímido até nossa mesa perguntando se a cadeira estava vazia. Eu disse: ‘Se assombração não existe, está vazia, sim’. Ou ele me odiava ou gostava de mim, porque não tinha meio-termo. Assentou, conversamos e ele me levou embora. No dia seguinte, estava lá em casa de novo. Márcio gostou de mim a ponto de superar a convivência com minha tia. Três meses e meio depois estávamos noivos e o mesmo período depois, casados.”

Regina se uniu a Márcio aos 25 anos, quando ainda cursava psicologia na UFMG. A escolha pela profissão não foi fácil. Na verdade, foi necessário apelar ao pragmatismo. “Fiz vestibular para medicina. Era o meu sonho. Mas entre a paixão e o preço da Faculdade de Ciências Médicas, tive que optar por outro curso.” Foi, então, cursar letras na PUC, psicologia na Fafich e dar aulas no Grupo Escolar Afonso Pena para pagar a faculdade particular.
Quando ficou inviável conciliar tantos compromissos, deixou o curso de letras no terceiro ano. Na empresa que fundou com o marido, começou fazendo recrutamento, seleção e treinamento, até tornar-se gestora de recursos humanos. Mas, mesmo antes de vender e desativar as empresas, dedicou-se também ao consultório de psicologia, sendo pioneira e referência no trabalho com pathwork, metodologia que trabalha a transformação pessoal por meio do autoconhecimento.

Regina completou 63 anos mês passado. Comemorou ao lado da família, na casa do casal no Retiro das Pedras, condomínio em Nova Lima onde vive há 27 anos. De frente para as montanhas, todos compartilharam com a aniversariante uma lembrança marcante da mãe. “Quando minha ajudante perguntou o que fazer de sobremesa para o aniversário, respondi: ‘Cajuzinho e brigadeiro’. É um resgate. Lembro da minha mãe fazendo os mesmos doces em Santa Tereza, onde morávamos.”

A privação de crescer com os irmãos é compensada hoje com uma relação extremamente forte. Regina é a filha do meio, temporã por sinal. Quando nasceu, Baltazar, o primogênito, já tinha 20 anos, e Arnaldo, 15. Abaixo de Regina ainda estavam Eduardo e Edmundo. Com a morte da mãe, uma prima da família adotou Edmundo como filho. Eduardo foi criado pela tia materna, madrinha de Regina, com quem a menina tinha mais contato e gostaria de ter ficado.

“Quando nos reorganizamos novamente como família, eu já estava casada. Era uma pessoa adulta, cabia a mim fazer escolhas, por que não resgatar meus irmãos, criar novos vínculos? Quando nos reencontramos foi como se nunca tivéssemos nos separado. É uma relação de carne e unha.” Edmundo, inclusive, vai ilustrar, com suas fotografias, os poemas que Regina planeja publicar. O gosto pelos versos vem do pai. São 66 poesias escritas nos últimos 18 anos. As mais antigas foram rasgadas, segundo Regina, em uma crise existencial. “A ideia é fazer um livro-caixa com poemas em folhas soltas, assim como estão guardados.” O nome também está definido: Palavras e velas. “Primeiro, pela minha espiritualidade. Tenho uma vela constantemente acesa para Santa Terezinha de Lisieux. Segundo, pela relação da família com o mar. Somos todos velejadores.”

Regina confessa ter chorado ao venderem o catamarã da família no ano passado, quando já não tinham tempo de subir a bordo. Não só o prefeito é um velejador habilitado, mas também os dois filhos do casal. Enquanto eles cuidavam das velas, Regina cozinhava e “olhava para o mar, conversava e aprendia com ele.” Gabriel, o filho mais velho, tem 34 anos e vive em São Paulo, onde de administrador de empresas virou também produtor de cinema na consagrada Gullane. Solteiro, a cada 15 dias é presença certa no tradicional almoço de domingo da família. Juliana mora praticamente ao lado da mãe, na antiga casa do casal. Aos 32, é casada com o dentista José Alexandre Carvalho e Silva e formada em ciências da computação e direito, recentemente. O também administrador de empresas Tiago, de 30, é casado com a arquiteta Manuela Senna e mora no condomínio ao lado. Foi ele quem deu a Regina o primeiro neto: Pedro, de 1 ano.

Em casa, Regina segue a vida de uma mulher comum. “Não tenho dificuldade em colocar limites, isso me ajudou muito quando o Márcio foi eleito. Normalmente, as esposas de homens públicos se ressentem muito da invasão. Mas vou aonde acho que devo ir. Não sou refém dos compromissos. Nessa altura da vida, procuro fazer com que a expressão ‘tem que ir’ compareça menos no meu vocabulário interno. E sou uma pessoa reflexiva, caseira, um tipo diurno”, justifica. Quebrando protocolos, achou melhor ser uma voluntária da Associação Municipal de Assistência Social a assumir a presidência, como é de praxe entre as primeiras-damas.

Sobre a parte boa de ter o marido prefeito, ressalta o lado cidadão. Fã de Tancredo Neves e JK, de família que exibe em casa a bandeira do Brasil, agradece o fato de Márcio Lacerda ter a “oportunidade de mostrar seu idealismo, seriedade, caráter e conhecimento. Coisas difíceis de andarem juntas atualmente”. Mulher de prefeito, sabe ouvir as críticas que considera naturais quando se trata de uma pessoa exposta, qualquer que seja a área de atuação. Mas não deixa passar acusações de ordem moral e revela o mesmo lado determinado da mulher que visitou, um a um, os generais do Superior Tribunal Militar para pedir a liberdade condicional do marido, preso político pela ditadura durante quatro anos. “Aí, sou de um rigor, de uma dureza, que não queiram conhecer.”

Fonte: Jornal Estado de Minas

Mulheres acima de 40 anos se animam com projeto para ingressar no mercado de trabalho

Ismênia Ferreira, de Mateus Leme, é uma das beneficiadas pelo projeto / Foto:Luiza Antunes

Mulheres acima de 40 anos que estão desempregadas e foram identificadas pelo Governo de Minas, estão animadas com o projeto “Com licença, vou à luta”. A iniciativa do Estado prevê a inserção no mercado de trabalho especificamente para esse público, além de incentivar o aumento de escolaridade. O projeto foi lançado pelo governador Antonio Anastasia no dia 14 de julho deste ano, e reuniu as 100 primeiras mulheres que serão atendidas, dos municípios de Capim Branco, Confins e Mateus Leme.

No total, o Governo de Minas identificou 7.789 mulheres com mais de 40 anos desempregadas. O levantamento foi realizado por meio de questionários do projeto Porta a Porta, também do Estado e aplicado em nove cidades: Matutina, Ninheira, Arinos, Santo Antônio do Jacinto, Itinga e Presidente Kubitschek, além dos outros três municípios.

Ismênia Ferreira, 52 anos, de Mateus Leme, não trabalha há quase 33 anos. Ela deixou seu último emprego, de caixa em um supermercado, para se casar. Teve três filhos, se divorciou e, hoje, busca uma chance para ganhar o próprio dinheiro. “Preciso superar essa situação, ter o meu dinheiro, para poder sustentar a casa. Também tenho vontade de voltar a estudar”, afirma. Ismênia estudou até a 5ª série, incompleta, e está feliz em poder participar da iniciativa de aumento de escolaridade, propiciada pelo “Com licença, vou à luta”.

Caminhar com as próprias pernas também é a expectativa de Vânia da Silva, 47 anos, de Confins. “Tenho até a 8ª série e o máximo que trabalhei não conta nem um ano, em uma loja. Agora estou separada e a expectativa é boa, quero ampliar meus horizontes, procurar ter uma vida nova. Estou tentando me descobrir como pessoa. É importante que eu tenha minha própria vida com meu próprio dinheiro. Vou à luta, com a cara e a coragem. O projeto foi um presente de Deus, eu estava precisando, mas não sabia onde buscar apoio”, relata.

Assim com ela, Maria Emília Martins, 46 anos, também de Confins, está animada para o início das atividades. “Espero que o projeto possa mudar minha vida. Eu que mantenho a casa, tenho três filhos e dois netos”, conta. Atualmente ela trabalha como diarista, pois está desempregada há um ano. “Espero ter uma renda fixa, poder melhorar a casa, manter meus filhos nos estudos, me qualificar mais, trabalhar e quem sabe um dia montar meu próprio negócio. Vou voltar a estudar e me qualificar”, declara ela, que já trabalhou como salgadeira e cozinheira.

Mara Santos, 43 anos, de Capim Branco, também acredita que terá mais oportunidades depois que fizer um curso de qualificação. “Nunca trabalhei fichada, sempre em casa. Fiz só até a 4ª série e faço uma faxina, quando aparece, mas espero ter uma boa melhoria e que o projeto continue. Estamos com esperança e pretendo fazer um curso para poder trabalhar”, destaca. Mara tem quatro filhos.

Etapa inicial

Inicialmente, as 100 primeiras mulheres que serão beneficiadas pelo “Com licença, vou à luta”, serão contempladas, nesta primeira semana, com ações de apresentação do projeto e da equipe de trabalho nos municípios, encaminhamentos para os programas de aumento de escolaridade e obtenção de documentos. As mulheres receberão, ainda, orientações sobre direitos e deveres, saúde da mulher, cuidados pessoais e temas que convergem para a conquista da autonomia e melhoria de condição de vida.

Segundo a coordenadora do projeto, Vanessa Carvalho, após essa etapa inicial, elas começarão a ser qualificadas em atividades diversas como, por exemplo, recepcionista, atendente, doceira e salgadeira. Os cursos serão realizados em parceria com empreendimentos comerciais das cidades, que, por meio de um termo de adesão, estão apoiando o projeto. “A partir do momento que um local adere ao projeto, ele passa a funcionar como Comitê de Trabalho Solidário, com disponibilidade para oferecer capacitação na área em que atua no comércio”, explica. A capacitação tem duração de três meses e, após esse período, as mulheres receberão apoio para inserção no mercado de trabalho.

Além disso, no próximo dia 25 de julho tem início, em Capim Branco, cursos de bordado, bijuteria e corte e costura em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), e que serão estendidos aos outros municípios beneficiados pelo projeto. Os cursos são complementares aos que serão aplicados por meio dos Comitês de Trabalho Solidário.

Oficina de Travessias

O “Com licença, vou à luta” é um dos projetos que integram o programa Oficina de Travessias, do Governo de Minas, e tem por objetivo promover a autonomia das mulheres com mais de 40 anos, garantindo condições para se qualificarem para o mercado de trabalho ou para geração de renda.

O Oficina de Travessias é uma estratégia que prevê ações diretas e intersetoriais por meio de nove projetos, com uma meta única de promover a ‘travessia’ da população de uma situação de vulnerabilidade social para uma condição de vida mais saudável e segura, com perspectivas de elevação contínua da qualidade de vida. Os projetos que compõe o programa, além do “Com licença, vou à luta” são: Porta a Porta, Agenda Mineira de Metas Sociais, Mães de Minas, Professores da Família, Rede Mineira de Inclusão de Jovens, Currículo do Trabalhador, Escola Mineira de Habitação Popular e Escola Travessia.

Fonte: Agência Minas


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