Arquivo de novembro \30\UTC 2011

Atualização de Cadastro do PSDB Mulher Nacional

Cara amiga,

Com o objetivo de ampliar nossa participação nas lutas das mulheres em todo o país, o PSDB-Mulher Nacional está atualizando o seu cadastro de filiadas e simpatizantes da causa feminina no Brasil.

Sua participação, respondendo ao questionário, é fundamental para que possamos definir estratégias de luta e ações políticas que possam melhorar a qualidade de vida da mulher brasileira. Somente se soubermos quem somos, quantas somos, onde estamos e o que podemos fazer juntas é que nossa luta será vitoriosa.

Agradecemos por sua atenção e nos colocamos à disposição para informações adicionais:

telefone: (61) 3424-0500

e-mail do PSDBMulher psdbmulher@psdb.org.br

 

Faça seu recadastramento no link abaixo
www.psdbmulher.org.br/recadastramento.asp

Atenciosamente

Thelma Oliveira
Presidente do Secretariado Nacional do PSDB-Mulher

Segundo pesquisa, a incidência de câncer de mama entre mulheres de 40 a 49 anos já indica a necessidade do exame


Mamografia: segundo pesquisadores, o exame deve ser feito em mulheres a partir dos 40 anos mesmo se elas não apresentarem casos de câncer de mama na família (Brand X Pictures/Thinkstock)

Segundo uma pesquisa apresentada nesta terça-feira, no encontro anual da Sociedade Norte-Americana de Radiologia (RSNA, na sigla em inglês), mulheres entre 40 e 49 anos sem histórico familiar de câncer de mama estão tão sujeitas a terem a doença quanto aquelas com casos de câncer na família. Para os autores do estudo, essa descoberta demonstra que mulheres dessa faixa etária podem se beneficiar com exames anuais de mamografia.

A pesquisa reacende o debate em torno da melhor idade e periodicidade para a realização da mamografia, já que o exame expõe as mulheres à radiação, que, em dosagem excessiva, pode estar associada ao câncer.

Em julho deste ano, o Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG, sigla em inglês), recomendou que o exame fosse feito todos os anos por mulheres acima de 40 anos, seguindo as mesmas indicações da Sociedade Americana para o Câncer. A Força Tarefa de Serviços Preventivos dos Estados Unidos (USPSTF, sigla em inglês), um painel com apoio federal, em 2009, afirmou, porém, que a mamografia feita antes dos 50 anos deveria ser uma escolha pessoal da mulher e, depois, deveria ser feita a cada dois anos.

O estudo — A pesquisa revisou os casos de câncer de mama diagnosticados entre mulheres de 40 a 49 anos que foram submetidas a mamografia no centro de diagnóstico Elizabeth Wende Breast Care, nos Estados Unidos, entre 2000 e 2010. Os pesquisadores compararam os números do câncer, incidência de doença invasiva e metástase em mulheres com e sem casos de câncer de mama na família.

Entre as 1.071 pacientes que desenvolveram câncer de mama, 373 foram diagnosticadas a partir da mamografia. Delas, 39% tinham histórico da doença na família e 61% não. Entre aquelas com histórico familiar, 63,2% tiveram câncer invasivo e 31% foram atingidas pela metástase. Já entre as mulheres que não tinham histórico familiar, 64% tiveram doença invasiva, e 29% metástase. “Descobrimos que mulheres dessa faixa etária possuem uma taxa significativa de câncer de mama, independente se apresentavam, ou não, histórico familiar da doença”, diz a radiologista e uma das autoras do estudo, Stamatia V. Destounis. “Esse estudo demonstra a importância da mamografia anual para o diagnóstico da doença dessas mulheres na faixa dos 40 anos, mesmo sem casos da doença na família.”

Opinião da especialista

Rita Dardes
Médica ginecologista e mastologista, e professora do Departamento de Ginecologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)


“Acredito que toda mulher, independentemente do histórico familiar, deve fazer mamografia anualmente a partir dos 40 anos.

Embora pesquisas mostrem que o exame diminua mais a mortalidade da doença em mulheres acima de 50 anos, ainda assim o diagnóstico precoce é benéfico para esse grupo.

A mamografia pode ser prejudicial se for feita indiscriminadamente, ou seja, mais de uma vez ao ano ou em mulheres muito jovens. Isso se deve ao fato de que a radiação é acumulativa e pode ser fator de risco para cânceres e sua exposição for excessiva.

As mulheres com menos de 40 anos devem ser submetidas à mamografia se pretencerem ao grupo de risco da doença, mas geralmente após completarem 35 anos.”

Fonte:  Revista Veja 

Revoluções árabes só triunfarão de verdade se as mulheres tiverem o seu lugar respeitado

Agigantou-se na sexta-feira o anão machista que habita a alma até dos homens mais corretos: a secção francesa da ONG Repórteres sem Fronteiras emitiu comunicado pedindo aos meios de comunicação que parassem, por um tempo, de enviar jornalistas mulheres para cobrir a situação no Egito.
Era uma reação às violências sexuais sofridas por duas jornalistas, uma na já legendária praça Tahrir e a outra em mãos das forças de segurança.

A RSF é valiosa na defesa dos jornalistas, mas a reação do seu braço francês foi torpe. Coube a Lindsey Hilsum, editora internacional do Canal 4 britânico, repor as coisas em seu lugar, em nota à ONG e em declarações ao “Guardian”:

“Lutamos por décadas como mulheres jornalistas para conseguir que nossos editores nos tratassem como iguais. Não entendo como uma organização dedicada à liberdade de imprensa pode recomendar uma discriminação como essa. Acosso sexual ou ataque é inegavelmente um problema, absolutamente horrível, mas isso não significa que as mulheres devam ser intimidadas a não fazer reportagens em situações difíceis. Jornalistas homens tem sido atacados e mortos nas revoltas [árabes] deste ano, mas não ouvimos apelos para que eles deixem os locais onde trabalham.”

Bingo, Lindsey. O problema no Egito e nos países árabes em revolta é exatamente o inverso de “o lugar da mulher é em casa”, implícito no apelo da RSF-França, depois retirado de sua página na internet.

Ou a mulher afirma a sua presença na praça pública e, de modo mais abrangente, na política ou vai-se cair nos infelizes extremos apontados ontem na Folha pelo colunista Hélio Schwartsman: ditadura ou teocracia.

Explico melhor: nos dois países árabes em que houve eleições após a onda de revoltas (Tunísia e Marrocos), ganharam partidos islâmicos, tidos como moderados. Com maioria relativa, mas ganharam.

Se prevalecer a ideia de que a mulher é um bibelô a ser preservado, prevalecerá também a interpretação mais obscurantista do Islã, segundo a qual a mulher é propriedade do homem, e não ator com vontade própria.

Essa desgraçada cultura impregna ainda o mundo todo, a ponto de exigir um Dia Internacional contra a Violência de Gênero, transcorrido justamente na sexta-feira da nota da RSF-França.

No mundo árabe, essa (in)cultura é mais forte, exatamente pelo ranço da interpretação radical do Corão. O “Guardian” ouviu Rebecca Chiao, que dirige no Egito uma entidade que mapeia a violência contra as mulheres. Rebecca contou que pesquisa de 2008 mostrou que 83% das mulheres consultadas relataram acosso sexual, três quartos delas usando o véu islâmico. E 98% das estrangeiras disseram ter sido intimidadas ou bolinadas.

O problema, portanto, está longe de ser enviar ou não mulheres jornalistas à praça Tahrir. Está em conseguir uma transição para democracias, nas quais partidos islâmicos serão inexoravelmente relevantes, de tal forma que as mulheres possam ir a toda parte, aos palácios de governo inclusive, sem medo e sem discriminação. Só assim as revoluções triunfarão de verdade.

A patrulha e o preconceito não venceram essas três mulheres, que hoje governam seus países

Mulheres que venceram o preconceito e estão no governo: Jóhanna, da Islândia, Julia, da Austrália, e Helle, da Dinamarca

São mulheres poderosas, influentes e vencedoras, e chegaram onde estão apesar do preconceito e da patrulha moralista que sofreram — e que, como sempre se dá, não aconteceria se fossem homens.

São as primeiras-ministras da Islândia, Jóhanna Sigurðardóttir, 69 anos e aparência de bem menos, da Austrália, Julia Gillard, 50 anos, e da Dinamarca, Helle Thorning-Schmidt, 44 anos.

Sobre Helle e Julia já comentei anteriormente, mas vale relembrar.

Carinho e suposto “flerte” com Obama

O nome de Julia percorreu as colunas de fofocas do mundo todo por sua recente recepção calorosa ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Julgaram excessiva sua atenção e carinho para com Obama, quase como se flertasse com o presidente.

A primeira-ministra da riquíssima Austrália é uma bem apanhada ruiva de 50 anos, solteira por convicção, sem filhos pela mesma razão, e, num país conservador nos costumes, desinibida e autoconfiante a ponto de ter chegado ao poder em junho do ano passado sem tomar conhecimento da patrulha moralista contra si pelo fato de, sem casar, morar com o namorado, o empresário do ramo imobiliário Tim Matthieson.

Julia Gillard e o carinho com Obama: fofocas (Foto: The Australian)

Antes de Matthieson, e até onde se sabe, ela já havia tido casos, como deputada e ministra, com dois líderes sindicais e um deputado, como ela.

É advogada, a primeira mulher a governar a Austrália e, curiosamente, nascida no País de Gales, no Reino Unido.

O grave pecado de ser bonita

Já Helle, ainda que vivendo num país liberal como a Dinamarca, sofreu e ainda é alvo de uma discriminação um tanto às avessas pela gravíssima falta de, num partido como o seu, o Social Democrata, dominado por chefões sindicais e políticos veteranos, todos homens, ser tida comobonita e elegante demais para uma legenda que ainda se considera “operária” – daí os apelidos pejorativos de “Gucci Helle” ou de “Gucci Vermelha”.

Formada em Ciências Políticas, bela, alta, loura, olhos de um azul-turquesa luminoso, alguém que não sai de casa sem maquiagem, roupas impecáveis e sapatos de saltos altíssimos, sempre foi uma raridade entre  os social-democratas dinamarqueses, e mesmo assim foi galgando degrau por egrau até chegar ao comando do partido, há cinco anos, e à chefia do governo, em setembro passado.

Helle com o marido, Stephen: ela vive em Copenhague, ele em Genebra

Helle não é nada convencional. Casou-se somente depois de um período de coabitação com o namorado, ademais um estrangeiro – o inglês Stephen Kinnock, filho do ex-líder trabalhista Neil Kinnock, que conheceu em Brüges, na Bélgica, onde ambos faziam mestrado no College of Europe, instituto de altos estudos europeus.

O casal tem duas filhas, mas Stephen, formado em diferentes disciplinas em Cambridge e no College of Europe, vive em Genebra, onde é um dos diretores do Fórum Econômico Mundial, e só passa os fins de semana em Copenhague com a família.

Helle, naturalmente, vive em Copenhague.

A primeira lésbica a governar um país

Jóhanna, da Islândia, foi a que enfrentou mais barreiras, vencendo todas.

Não tem curso superior, foi aeromoça – profissão digna e respeitável, mas nem sempre vista com bons olhos por conseradores – e é lésbica. A primeira mulher homossexual a governar qualquer país.

Para horror dos conservadores, ela era casada, teve dois filhos, hoje com 39 e 36 anos, e desde 2002 vive em união civil estável com a escritora e teatróloga Jónina Leósdottir, com quem se casou, sendo primeira-ministra, no ano passado, depois que o país adotou o casamento também para pessoas do mesmo sexo.

A escritora Jónina, companheira e agora esposa da primeira-ministra da Islândia

Antes de governar o país, o que faz desde o começo de 2009, foi dirigente sindical e reeleita oito vezes para oAlthing, o Parlamento.

Por curiosidade, num momento em que uma maré conservadora e liberal governa a maioria dos países desenvolvidos, as três são de centro-esquerda: Helle, como se viu, é social-democrata, tal como Jóhanna, e Julia lidera o Partido Trabalhista.

Fonte:  Revista Veja – Coluna Ricardo Setti

Bom momento de mulheres na política leva partidos a lançar candidatas em 2012

Batom, escovas benfeitas e roupas precisamente escolhidas – combinando com os sapatos, claro – podem se tornar itens indispensáveis na campanha eleitoral do ano que vem. A vez das mulheres? Para os principais partidos mineiros, sim. A aposta é pegar carona na “onda” da presença feminina na política, que teve seu ápice com a eleição da presidente Dilma Rousseff (PT), primeira mulher a assumir o maior posto do Poder Executivo no país. No estado, pelo menos 100 delas já se apresentam como pré-candidatas a prefeituras, e o número, segundo as legendas, pode crescer ainda mais.

Em 2008, foram 52 mulheres eleitas prefeitas em Minas Gerais, para 801 homens escolhidos na urnas. A intenção dos partidos, aproveitando o “efeito Dilma”, é ampliar a estatística. O próprio PT encabeça o movimento. As candidatas mulheres devem chegar a 50 no partido, segundo o dirigente no estado, deputado federal Reginaldo Lopes. “O PT vai estourar, vai ser só mulher”, disse. Os petistas investirão em mulheres para disputar prefeituras de algumas das maiores cidades mineiras, como Juiz de Fora (Margarida Salomão) e Governador Valadares (Elisa Costa). Também estão na lista as prefeituras de Nova Lima (Fátima Aguiar), Ribeirão das Neves (Daniela Correia) e Ipatinga (Cecília Ferramenta).

Para o presidente do PT, a eleição de Dilma ajudou muito a estimular as mulheres no Executivo. “No início tinha desconfiança e hoje a Dilma caiu na graça do povo. Tem a maior popularidade de um presidente no tempo de governo que tem”, afirmou.

Se isso parece conversa de aliado, a presidente do PSDB Mulher, Lenita Noman, ajuda a esclarecer que não é. Para ela, a eleição de Dilma representa mais um passo na direção de uma maior feminização da política. “Acredito que temos um estímulo para que as mulheres disputem com mais veemência e expectativa de vencer. Temos uma presidente em um mundo que tem um percentual muito pequeno e, nesse sentido, o Brasil está na frente”, disse. A dirigente, no entanto, lembra que o país ainda está longe da condição ideal. “Atualmente, só 10% dos cargos de Executivo e Legislativo são ocupados por mulheres. Chegou o momento de trabalhar mais intensamente esta questão”, afirmou. No PSDB, por enquanto são 39 pré-candidatas, como a deputada estadual Gláucia Brandão, que disputará em Ribeirão das Neves.

Fonte : Jornal Estado de Minas – Juliana Cipriani 

Marcus Pestana fala sobre preparação do PSDB-MG para as eleições municipais

Confira entrevista especial com o deputado federal Marcus Pestana, presidente do PSDB de Minas Gerais, sobre as eleições 2012. Ele fala sobre a preparação do partido, as conversas com os aliados e a importância das eleições municipais.

III – Natal de Mãos Dadas

 

O Secretariado Estadual do PSDB Mulher irá promover III Natal de Mãos Dadas e para tanto gostaria de contar com a colaboração de vocês  na doação dos produtos a abaixo:

  •  Produtos de uso  pessoal :   Escova de dente, Creme dental ,  Creme hidratante,  Condicionador , Shampoo e Batom
  • Matéria de Limpeza:  Sabão em barra e em pó
  • Pó de café
  • Luvas descartáveis.
  •    Fraldas geriátrica (G e GG)                                                                                                                                      

As doações deverão ser entregues na Sede do PSDB / MG à  Rua Alvarenga Peixoto, 974, Bairro Lourdes , até o dia 12/12 ( segunda-feira) impreterivelmente.

        Data da visita : dia 13 de dezembro ( terça – feira)   14:00 h

* Asilo: Lar de Idosas Padre Leopoldo Mertens
Rua: Padre Leopoldo Mertens, 1231
Bairro: São Francisco  / Tel: 3492-6747
O asilo tem  48 idosas

 Agradecemos desde já pela sua doação e contamos com a sua participação nesta ação de solidariedade com os mais necessitados.

 Saudações tucanas;

Lenita Noman

Presidente do PSDB Mulher de Minas Gerais


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