Archive for the 'Uncategorized' Category

Novo Site

Estamos em novo endereço :

http://www.psdb-mg.org.br/psdb-mulher

A Mulher no Poder

Sete anos valem milênios neste nosso século 21. Entre 2003 e 2010, a participação das mulheres em cargos de alto escalão cresceu 4,2 % no Brasil e impressionantes 30% na Noruega.

Por lá essa participação anda agora em torno de 45%. Aleluia! A ala feminina vence obstáculos depois de séculos de submissão. As jovens americanas estão passando na frente dos rapazes: nas 150 maiores cidades dos EUA, as mulheres com menos de 30 anos ganham em média mais do que os homens da mesma idade.

Reflexo do sucesso acadêmico. Em 2011, engenheiras na fronteira técnica e administradoras de empresas de TI entraram no elenco das “100 mulheres mais poderosas do mundo”, que, tradicionalmente, listava apenas autoridades e ativistas.

Na Europa as mulheres agora representam 60% dos formandos nas universidades e entram no mercado de trabalho em igualdade de condições com os homens.

Continue lendo ‘A Mulher no Poder’

Comemorar e continuar a lutar

Artigo da presidente do PSDB-Mulher, Thelma de Oliveira

No último dia 24, as mulheres brasileiras comemoraram uma data histórica, embora a imprensa não tenha lhe dado o devido destaque: os 80 anos da conquista do direito de voto da mulher.

Assinado pelo presidente Getúlio Vargas, o decreto foi resultado de uma luta histórica conduzida, entre outras, pela educadora Leolinda de Figueiredo Daltro. Mesmo assim, o decreto tinha inúmeras restrições.

As mulheres só poderiam concorrer e votar se fossem casadas e com autorização do marido ou viúvas ou solteiras, com renda própria. O fim das restrições só ocorreu em 1946.

A conquista da emancipação eleitoral feminina foi o primeiro passo de uma longa jornada que, até os dias de hoje – oitenta anos depois – ainda está longe de ser concluída no Brasil.

A desigualdade de gêneros na política brasileira é gritante. Para se ter uma ideia disso, observe-se que a primeira senadora da República foi Eunice Michiles, do Amazonas, em 1979; a primeira ministra, Esther de Figueiredo Ferraz, em 1982; e a primeira governadora foi eleita em 1995, a maranhense Roseane Sarney!

Passados 80 anos, a bancada feminina na Câmara dos Deputados é de apenas 45 parlamentares, o que representa 8,77% do total da Casa. No Senado Federal, 12 mulheres ocupam cadeiras da Casa – 14,8% do total. Esse quadro parlamentar coloca o Brasil na 142º colocação entres todas as nações do mundo, em se tratando da participação da mulher nos parlamentos.

Certamente, essa realidade foi uma das razões que levaram peritos do Comitê das Nações Unidas para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (Comitê Cedaw) a pedir informações a autoridades brasileiras.

Mas nós, mulheres engajadas na política partidária, não podemos esperar que fóruns internacionais nos mostrem essa triste realidade. Nossa luta e conquistas dependem de nosso envolvimento, de nossa presença no partido, na sociedade, nas eleições, debatendo e mostrando que somos capazes de representar a população e de administrar o Brasil, os Estados e os municípios. Já somos a maioria da população e de eleitores, mas ocupamos poucos espaços na vida pública e partidária no País!

Nossa luta começa no partido. A lei de cotas estabelece 30% de candidatas mulheres, mas ainda não disputamos as eleições em igualdade de condições – sejam políticas ou financeiras. As candidatas mulheres do PSDB estão lutando para que de fato haja igualdade.

Aqui, no PSDB, temos o exemplo de Dona Ruth Cardoso, uma mulher que no decorrer de sua vida pessoal, acadêmica e política sempre esteve a frente de seu tempo. Não só conquistou sua autonomia intelectual e profissional nos anos em que a mulher sofria ainda mais
discriminações, como politicamente sempre apoiou as lutas femininas na sociedade, no partido e nos governos tucanos.

Por isso, precisamos repensar nossos objetivos, definir onde queremos chegar e, principalmente, saber que é bom a gente chegar logo, porque senão vamos ser atropelados”  – Ruth Cardoso.

Tenham todos um ótimo Carnaval

Mulheres ricas e pobres sofrem violência na mesma proporção

Medo. Professora universitária Sandra (nome fictício) se separou do marido, que a ameaçava, mas até hoje, dois anos depois, ele a intimida/ Foto: CRISTIANO TRAD

Jaqueline, 28, vive com medo há dois anos. Agredida e perseguida pelo ex-namorado, ela quase foi assassinada duas vezes. Está desempregada por causa dos problemas emocionais e das idas do agressor aos locais de trabalho. Sandra, 39, sofre um calvário parecido há dois anos. Quase não sai de casa e chora toda vez que relembra a violência psicológica praticada pelo ex-marido.

Em comum, as duas mulheres (nomes fictícios) têm o histórico de violência no lar. O que as separa é o universo social de cada uma. Enquanto a primeira, moradora de um bairro da região Norte de Belo Horizonte, era auxiliar de escritório na época das agressões e ganhava cerca de R$ 600 por mês, a segunda vive na região Oeste da capital, é professora universitária e recebe em torno de R$ 6.000 mensais.

O problema da violência doméstica é “democrático”, resume a cientista política Marlise Matos, coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). “Os conflitos não escolhem classe social, cor, religião ou idade. Mas o sofrimento é o mesmo para qualquer mulher”.

Contrariando o senso comum, a mulher que apanha nem sempre é pobre ou ignorante, assim como seu companheiro.

Segundo pesquisa da Promotoria de Justiça Especializada no Combate à Violência Doméstica de Belo Horizonte, mulheres que recebem cinco salários mínimos ou mais são vítimas na mesma proporção das que têm renda de até dois salários. As ricas respondem por 18% dos casos, enquanto as pobres representam 19,1%.

Das vítimas que ligaram no ano passado para a Central de Atendimento à Mulher, serviço telefônico do governo federal, 59,51% não dependiam financeiramente do agressor.

Subnotificação. A quantidade de vítimas de classe social alta pode ser ainda muito maior do que mostram os levantamentos. Por medo de se expor, prejudicar a família ou comprometer a imagem profissional, a denúncia à polícia é evitada por muitas agredidas que têm bons empregos e escolaridade alta.

“É comum, por exemplo, elas procurarem um advogado para tentarem direto a separação ou irem a clínicas particulares quando são feridas. Muitos casos ficam fora das estatísticas”, diz a titular da Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher da capital, Elizabeth Rocha.

Mudanças
Lei.
 Desde a semana passada, o agressor pode ser processado e julgado pela Lei Maria da Penha mesmo que a mulher não denuncie a violência. Além disso, a vítima não pode mais retirar a queixa contra o acusado.

Drama
“Será que os juízes vão continuar a reconhecer os riscos para a mulher somente diante dos atestados de óbito? É preciso haver mais rigor.”

Sandra
Vítima (Nome fictício)

“É comum a mulher não ter uma submissão financeira. Muitas vezes, a subordinação é emocional.”

Elizabeth Assis Rocha
Delegada de Mulheres

Morte de procuradora aterroriza companheiras de agressores
“Tenho pânico de ser mais uma na estatística”, diz, com a voz embargada, a professora universitária Sandra (nome fictício), 39, que teme ser vítima da truculência do ex-marido, assim como a procuradora federal Ana Alice de Melo, 35.

Assassinada pelo empresário Djalma Brugnara Veloso, 49, no último dia 2, em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte, Ana Alice tinha curso superior e era bem-sucedida – seu salário superava os R$ 14 mil. Após a tragédia, outras mulheres passaram a pensar com mais frequência na possibilidade de serem mortas.

A advogada Juliana Gontijo, que defendia a procuradora, diz haver “muitas outras ‘Anas Alices’” no Brasil. Em seu escritório, a famosa advogada de direito de família – que revela também ter sido espancada pelo ex-marido, em 2003 – acompanha muitos casos de clientes de famílias tradicionais e ricas. “São engenheiras, psicólogas, dentistas, médicas e advogadas violentadas”, enumera. (JT)

Homens vivem crise de identidade
A violência indiscriminada, que atinge mulheres de diferentes perfis e origens, é fruto de uma crise de identidade masculina, na opinião da subsecretária de Direitos Humanos de Minas Gerais e presidente do Conselho Estadual da Mulher, Carmen Rocha.

“O homem, historicamente, era cabeça do casal, provedor da casa. Mas hoje a maioria das mulheres trabalha, tem múltiplas jornadas e papéis. Muitos homens não aceitam que a dependência econômica feminina e a sociedade patriarcal acabaram”.

Para o advogado Murillo Andrade, um dos defensores da procuradora Ana Alice de Melo, além do fator cultural, o componente emocional é causa da agressividade. “Isso sem falar no uso de álcool e drogas, que potencializa todo esse ódio”. (JT)

Lei Maria da Penha vale mesmo sem queixa da vítima, garante STF

Ministros foram unânimes e afirmaram que Lei busca proteger as mulheres e garantir igualdade efetiva

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram nesta quinta-feira (9), por 10 votos a 1, que o Ministério Público pode denunciar o agressor nos casos de violência doméstica contra a mulher, mesmo que a mulher não apresente queixa contra quem a agrediu.

O Supremo julgou nesta quinta no o plenário do Supremo Tribunal Federal que duas ações propostas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo então presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva que queriam garantir a aplicação da lei para coibir a violência doméstica.

Mais cedo, eles decidiram por unanimidade, confirmar a legalidade da Lei Maria da Penha, símbolo da luta contra a violência doméstica. Os ministros entenderam que a lei não fere o princípio constitucional de igualdade, e sim o contrário:  busca proteger as mulheres para garantir uma cultura de igualdade efetiva, sem violência e sem preconceitos.

A primeira ação analisada nesta quinta é de autoria da Presidência da República. O pedido era para que o STF confirmasse a legalidade da Lei Maria da Penha para evitar interpretações de que ela não trata homens e mulheres de forma igual. A norma foi editada em 2006, mas ainda há diversos juízes que resistem em aplicá-la. Um juiz de Minas Gerais chegou a ser afastado do cargo pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ao chamar a norma de “demoníaca”.

A representante da União no julgamento, Gracie Fernandes, citou dados que, segundo ela, “espancam, de uma vez por todas, a tese de que a lei ofende o princípio da igualdade entre homem e mulher”. Ela revelou que, em 92,9% dos casos de violência doméstica, a agressão é praticada pelo homem contra a mulher, e que, em 95% dos casos de violência contra mulher, o agressor é seu companheiro. Segundo a advogada, 6,8 milhões de brasileiras já foram espancadas no ambiente doméstico, com um episódio de violência registrado a cada cinco segundos.

Os ministros acompanharam integralmente o voto do relator, Marco Aurélio Mello, para quem a lei foi um “avanço para uma nova cultura de respeito”. O voto mais marcante foi o da ministra Cármen Lúcia, a mais antiga mulher da composição atual do STF. Fazendo paralelo com sua própria experiência, a ministra disse que ainda nesta quinta sofre preconceito por ser uma das ministras do Supremo – a outra é a recém-empossada Rosa Weber. “Acham que juízas desse tribunal não sofrem preconceito, mas sofrem. Há gente que acha que isso aqui não é lugar de mulher”.

Fonte: AGÊNCIA BRASIL.

PSDB-Mulher fortalece atividades em Tocantins

 

Marisa Salles, do PSDB-Mulher de Palmas

O PSDB-Mulher de Tocantins iniciará nas próximas semanas um trabalho para o aprimoramento e capacitação junto às candidatas do partido que disputarão as eleições municipais do estado em outubro. Esse objetivo, além da busca pela ampliação do número de filiadas à legenda na região, foi anunciado esta quarta-feira durante a inauguração do secretariado na capital. A atividade de lançamento reuniu cerca de 200 pessoas.

O encontro foi o primeiro de uma série o PSDB-Mulher promoverá em outros municípios do país – o braço feminino da sigla espera, ao longo de 2012, consolidar sua atuação nas cidades e vê nas capitais um ponto de irradiação de seus ideais. Fortaleza e Teresina sediarão atividades do grupo nos próximos meses.

“Nossa preocupação não é somente com mulheres que queiram disputar eleições. Buscamos gente interessada em participar, efetivamente, da vida partidária. Que entenda as bandeiras do partido e que esteja disposta a lutar por elas”, disse a presidente do PSDB-Mulher de Palmas, Marisa Salles. É com este foco que o núcleo feminino do partido na cidade buscará, além da ampliação do quadro de filiadas, a capacitação das militantes.

Os cursos que serão ministrados às integrantes do PSDB-Mulher de Palmas enfatizarão temas como a rotina das atividades políticas e técnicas para campanhas eleitorais. A expectativa do núcleo é que o treinamento se reverta em mais votos nas eleições de outubro – em 2008, nenhuma candidata do partido conseguiu uma vaga na Câmara de Vereadores da cidade.

A presidente nacional do PSDB-Mulher, Thelma de Oliveira, disse que o fato de 2012 ser um ano de eleições municipais amplifica a importância de se discutir a inclusão das mulheres na política por meio da esfera municipal. “Acreditamos que as capitais, por serem vistas como referências, conseguirão reproduzir as bandeiras do PSDB-Mulher dentro de seus estados”, disse.

Encontro nacional
Em março, o PSDB-Mulher promoverá um encontro nacional em Brasília, no qual é esperada a presença de cerca de 1.500 militantes. O evento incluirá atividades de mobilização, preparação para as eleições municipais e debates sobre temas ligados à causa feminina, como o empreendedorismo e o combate à violência doméstica.

O PSDB espera lançar, em 2012, 7 mil candidatas às prefeituras e câmaras municipais.


Blog do PSDB Mulher

Galeria de Fotos

RSS Núcleo Multimídia – Reportagens e vídeos interessantes sobre ações do Governo Aécio Neves

  • Ocorreu um erro. É provável que o feed esteja indisponível. Tente mais tarde.

RSS Aécio no Facebook – Participe da comunidade de um dos administradores públicos mais bem preparados do Brasil.

  • Ocorreu um erro. É provável que o feed esteja indisponível. Tente mais tarde.

Fotos da Agência Minas

Encerramento Congresso Mineiro de Municípios

FOTO DO PREFEITO E DO VICE PREFEITO DE OURO BRANCO RECEBENDO PRÊMIO DA AMM

Encerramento Congresso Mineiro de Municípios

Mais fotos

@psdbMG

@governoMG