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“Chega!”, artigo da presidente do PSDB-Mulher, Thelma de Oliveira

Thelma de Oliveira: "chega de barbáries"

A recente barbárie cometida por doze homens contra seis mulheres em Queimadas, na Paraíba,  em que duas delas foram brutalmente assassinadas, mostra como o Brasil ainda está atrasado em políticas públicas preventivas e na aplicação da legislação que, de fato, as protejam.

É inominável saber que as mulheres foram atraídas para uma “festa” na casa de supostos amigos que, mesmo na presença de suas esposas, cometeram as barbaridades de estuprá-las e matar covardemente duas delas, que os teriam reconhecido. Causa nojo e repulsa a qualquer cidadão que viva em sociedade!

Essas meninas
As alegres meninas que passam na rua, com suas pastas escolares, às vezes com os seus namorados. As alegres meninas que estão sempre rindo, comentando o besouro que entrou na classe e pousou no vestido da professora; essas meninas; essas coisas sem importância.

As autoridades policiais, o Ministério Público e a Justiça da Paraíba não podem tergiversar; não podem, em nenhum momento, em nenhuma instância ou sob qualquer pretexto ou argumento permitir que esses homens saiam impunes – inclusive os três menores de idade.

A nova ministra da Secretaria de Políticas para as  Mulheres, Eleonora Menicucci, também não pode se omitir no caso e, sim, arregaçar as mangas e lutar para que a punição seja rigorosa e exemplar.

Ministra, se aborto é questão de saúde pública, estupro é questão de segurança pública e de atenção especial do Poder Público, quando se trata de violência contras as mulheres, como ocorreu em Queimadas.

A indignação toma conta de todas nós, mulheres tucanas; não só das paraibanas, como as de todas as unidades da Federação. Estamos denunciando esse crime bárbaro em todos os estados brasileiros, em todos os municípios.

O uniforme as despersonaliza, mas o riso de cada uma as diferencia. Riem alto, riem musical, riem desafinado, riem sem motivo; riem.

Estamos, inclusive, alertando as mulheres para um aspecto peculiar desse duplo assassinato: as mulheres foram envolvidas por pessoas conhecidas, que se diziam amigos, e confiaram neles.

As estatísticas indicam que mais da metade, de casos de estupros contra mulheres, especialmente de menores, e cometidas por parentes ou pessoas próximas à família ou supostos amigos.

Todo cuidado é pouco, toda a atenção, é pequena, como infelizmente a barbárie de Queimadas, mais uma vez, nos revelou.

Hoje de manhã estavam sérias, era como se nunca mais voltassem a rir e falar coisas sem importância. Faltava uma delas. O jornal dera notícia do crime. O corpo da menina encontrada naquelas condições, em lugar ermo.A selvageria de um tempo que não deixa mais rir.

A recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que  ampliou a ação legal da Lei da Maria da Penha, foi um alento, mas nele a maior lição veio da fala da ministra Carmem Lúcia, que expressou um sentimento que é de todas nós: “Enquanto houver uma mulher sofrendo em qualquer canto deste planeta, eu me sinto violentada”.

É assim, ministra Eleonora Menicucci, que todas nós nos sentimos nesses dias porque, num canto de nossa querida Paraíba, mulheres brasileiras foram mortas e estupradas violentamente. E esse crime não pode ficar impune!

Chega de barbáries contra as mulheres!

Thelma de Oliveira
Presidente Nacional do PSDB-Mulher

As alegres meninas, agora sérias, tornaram-se adultas de uma hora para outra; essas mulheres.
Carlos Drummond de Andrade

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O Supremo, a Lei Maria da Penha e as mulheres brasileiras

O Supremo Tribunal Federal (STF), a maior corte de Justiça do País, deu um grande avanço para a correta e mais ampla aplicação da Lei Maria da Penha, uma conquista das mulheres brasileiras. Os ministros do STF reconheceram, por unanimidade, que ela é constitucional!

Em sessão histórica, o Supremo decidiu ainda que o Ministério Público pode abrir ação criminal contra os homens que agrediram suas mulheres no âmbito doméstico, o que antes era prerrogativa exclusiva da vítima. Ou seja, independentemente da mulher apresentar queixa ou não contra o marido ou companheiro, o Ministério Público pode processá-lo.

Na prática, isso significa que aumenta o cerco da sociedade e da legislação brasileira contra a violência masculina no ambiente doméstico, uma verdadeira chaga que nos coloca nas primeiras páginas dos jornais nacionais e estrangeiros.

Recentemente, o país conviveu com a dor de uma família que perdeu sua filha e ficou dois órfãos em Belo Horizonte, quando um empresário não aceitou a separação de sua esposa, uma procuradora federal. Essa tragédia mostra que a violência e a discriminação contra as mulheres. Como mostram pesquisas, ela não tem idade, cor, religião ou classe econômico-social.

A decisão do STF busca preservar o direito do Estado e das pessoas em denunciar um homem agressor, mesmo contra a vontade da vítima.

As delegacias especiais e mesmo fóruns jurídicos estão cheias de desistências de mulheres – pressionadas pelos companheiros – temerosas de comprometer seu futuro e de seus filhos. A maioria dos processos não chega ao final por desistência da mulher.

Por razão econômica, por chantagem emocional ou nova ameaça de agressão, as mulheres desistem de dar continuidade ao processo contra o companheiro, o que deixa a porta aberta para novas investidas físicas ou morais contra elas mesmas.

No Brasil, aonde a cada 15 segundos uma mulher sofre algum tipo de agressão, a decisão do Supremo Tribunal Federal é mais um alento para continuarmos denunciando essa postura masculina infame e hedionda.

O STF reconheceu que no Brasil ainda há muito preconceito e discriminação contra as mulheres. Mas, em toda a discussão, uma frase de uma ministra-mulher resume o sentimento de todas as mulheres brasileiras: “Enquanto houver uma mulher sofrendo em qualquer canto deste planeta, eu me sinto violentada”.

O PSDB-Mulher se irmana a todas as mulheres que lutam para acabar com essa situação. Através de um trabalho permanente, em todos os Estados brasileiros promovemos debates, discussões para não só repudiar atos hediondos como também no esclarecimento dos direitos femininos.

De grandes seminários a pequenas reuniões, as militantes e dirigentes do PSDB-Mulher repercutem também as ações preventivas, seja na área da saúde ou nas relações trabalhistas.

A luta é grande e contínua. Neste ano, as eleições municipais são uma oportunidade ímpar para ampliarmos a discussão em torno dos direitos das mulheres e eleger aquelas verdadeiramente compromissadas na nossa causa.

Fonte: Artigo Thelma de Oliveira –  Presidente Nacional do PSDB Mulher

PSDB Mulher: Thelma de Oliveira é reconduzida à presidência

A ex-deputada federal Thelma de Oliveira (MT) foi escolhida para liderar a Secretaria Nacional da Mulher do partido pelos próximos dois anos. Após dois dias de debates, em Brasília,  deputadas, senadoras e filiados do partido de 23 estados brasileiros escolheram a ex-parlamentar para liderar as ações da legenda em prol das causas femininas. “É muito importante aumentarmos a participação da mulher nos estados e nos municípios, sobretudo naquelas localidades onde ainda não estamos”, disse Thelma. Segundo a presidente, o maior desafio do PSDB Mulher será a intensificação das ações nos municípios. “As mulheres farão cada vez mais parte da cena política nacional”, disse.

A  presidente de honra do PSDB Mulher, senadora Marisa Serrano, também acredita que o partido ampliará as ações em benefício da mulher, sobretudo na área social. “ Precisamos afirmar essa vocação social-democrata de preocupação com os menos favorecidos”, destacou referindo-se ao legado do professora Ruth Cardoso.


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